Exposição Sexual Desprotegida.

O que fazer na emergência? Como conduzir?

Para o atendimento da exposição sexual com potencial risco de transmissão do HIV :é necessário, inicialmente:

  • Acolher o usuário
  • Avaliar o contexto da exposição ao HIV
  • Caracterizar o risco de transmissão
  • Conhecer a frequência de exposições ao risco
  • Os Serviços Ambulatoriais de Atenção Especializada (SAEs) em HIV/aids

SAEs são os locais preferenciais para o atendimento inicial e são os serviços de referência para o seguimento da pessoa exposta.

Havendo a necessidade de atendimento em horários não cobertos pelos SAEs, recomenda-se a avaliação da indicação da profi laxia nos serviços que já realizam atendimento de urgência em casos de violência sexual e acidente ocupacional.

Avaliar a condição sorológica para o HIV da pessoa exposta e de sua parceria sexual e investigar como e quando ocorreu a exposição para definir a indicação da quimioprofilaxia.

Oferecer a testagem para HIV, hepatite B, hepatite C e sífilis (VDRL) na avaliação – inicial, para se definir a existência prévia desses agravos.

Destacar e enfatizar que o uso de preservativos masculinos ou femininos é a principal – estratégia de proteção, estimulando o seu uso em futuras relações.

Em relações heterossexuais, verificar a possibilidade de gravidez e considerar o uso de anticoncepção de emergência caso não exista desejo de reprodução

PDF: Exposiçcao-sexual-desprotegida

 

Inimugo Íntimo

Inimugo Íntimo

O imiquimod, novo tratamento para lesões de HPV

O imiquimod, novo tratamento na forma de sachês em gel para tratamento de lesões de HPV.

Ele atua nestes parâmetros da imunidade :interferon alfa (IFNa), fator de necrose tumoral alfa (TNFa),interleuquinas 1, 6 e 12,quimioquinas como la Il-8,a proteína inflamatória macrofágica (MIP)-1 alfa e beta,a proteína quimiotática de macrófagos (MCP)-1 ,o fator estimulante de colônias de granulócitos e macrófagos (GM- CSF).

Papilomavírus humano em homens – “triar ou não triar”

A infecção pelo Papilomavírus humano (HPV) está associada principalmente ao desenvolvimento de lesões benignas e malignas da área ano-genital masculina e feminina.

Entretanto, esta infecção pode ter uma localização extra-genital como olhos, laringe e trato aero-digestivo.

Este vírus causa cerca de 500.000 casos de câncer do colo uterino anual no mundo e cerca de 20.000 no Brasil. Apesar desta doença ser prevenível com o exame de colpocitologia
oncótica, os programas de rastreamento, diagnóstico e tratamento das lesões pré-cancerosas em nosso meio são muito deficientes.

A maioria das doenças HPV relacionadas são atribuídas aos HPV tipos 6, 11, 16 e 18.

Os do tipo 6 e 11 são responsáveis por mais de 90% dos casos de verrugas ano-genitais em grau, 50% das de alto grau, 70% dos casos de carcinoma epidermóide e 90% dos adenocarcinomas de colo uterino e ainda, 70% dos outros carcinomas genitais na mulher e 90% dos casos de carcinoma anal.

Leia mais PDF: Human papillomavirus in men

SUS já vacinou mais de 50% de meninas contra HPV

Mais de 2,4 milhões de meninas já foram vacinadas contra HPV em todo o país, nas três primeiras semanas da campanha, segundo balanço divulgado nesta segunda-feira (31/03) pelo Ministério da Saúde. O número representa 58% da meta do Ministério da Saúde, que é vacinar 80% do público-alvo, o equivalente a 4,1 milhões de meninas na faixa etária de 11 a 13 anos.
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